Como funciona a avaliação pélvica?
- Gabriele Nunes
- 25 de jan.
- 2 min de leitura
Atualizado: 29 de jan.
As mulheres ainda sentem muito constrangimento ao falar da sua saúde intima e mais ainda quando precisam se despir na frente de outra mulheres. A vergonha do julgamento, a vergonha de não estar aceitável para o momento da avaliação e o medo de não saber o que vai acontecer, acabam sendo fatores que impedem muitas mulheres de buscar ajuda e tratamento correto.

A avaliação começa pela Anamnese (entrevista sobre a história da paciente)
A anamnese tem objetivo principal de ouvir e entender as queixas da paciente.
A descrição dos sintomas, é fundamental para ajudar traçar o diagnóstico correto para o sucesso do tratamento.
Nesse momento a conversa deve ser tranquila, pois cada detalhe, mesmo que pareça bobagem é importante. A conversa com a fisioterapeuta permite o entendimento do paciente como um todo, não apenas com uma doença ou problema.
Todos os dados obtidos serão somados a avaliação física para concluir o diagnóstico.
A avaliação física
A pelve é região óssea localizada logo abaixo do abdômen e entre os ossos dos quadris, por fora e dentro dela estão localizados os músculos do assoalho pélvico, que são afetados em disfunções urinárias e evacuatórias.
Portanto durante a avaliação física, a fisioterapeuta precisa avaliar essa musculatura para entender se estes músculos estão funcionando da maneira correta, pois eles podem estar fracos, travados, tensos e doloridos, o que acaba comprometendo o funcionamento correto na hora de esvaziar a bexiga, conter urina, na hora de evacuar ou conter fezes, dor durante a relação sexual e dor pélvica.
O diagnóstico
A partir dessas duas avalições (Anamnese + Física), é possível entender onde esta acontecendo a falha no corpo e traçar o plano de tratamento ideal para a resolução dos sintomas.
A fisioterapeuta sempre explica de forma clara o que esta acontecendo, pois é muito importante que a paciente entenda seu diagnóstico para ajudar no sucesso do tratamento.
O Tratamento
O tratamento é feito de forma individualizada conforme cada caso.
As sessões podem ser feitas diversas vezes na semana, conforme necessidade. Os tratamentos tem objetivo de resolução rápida ou seja, não é que nem a fisioterapia convencional na qual muitas vezes o paciente permanece meses em tratamento, por isso quantos mais sessões semanais possam ser realizadas mais rápido para a resolução do problema.


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